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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

GLAUBER ROCHA - Brasil


TEMPO GLAUBER


FILMOGRAFIA:

Longa-metragens

1980 -A Idade da Terra
1975 - Claro
1972 - Câncer
1971 - O Leão de Sete Cabeças
1970 - Cabeças Cortadas
1968 - O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro
1967 - Terra em Transe
1964 - Deus e o Diabo na Terra do Sol
1962 - Barravento

Documentários e curta-metragens

1966 - Maranhão 66 B
1959 - O Pátio A
1974 - História do Brasil
1974 - As Armas e o Povo C
1976 - Di Glauber
1979 - Jorge Amado no cinema




Glauber Rocha é uma página do Cinema Brasileiro pelo conjunto de sua obra e sua importância ímpar dentro do conceito de cultura nacional. Criador da expressão “uma idéia na cabeça e uma câmera na mão”, que fundou o Cinema Novo brasileiro na década de 60, o cineasta aos seis anos de idade já sabia qual seria sua profissão. Controvertido e incompreendido por muitos, patrulhado tanto pela direita como pela esquerda, Glauber tinha uma visão apocalíptica e decadente do mundo refletida em sua obra. Para o poeta Ferreira Gullar, “Glauber se consumiu em seu próprio fogo”.

Glauber Rocha nasceu em Vitória da Conquista, Bahia, em 14 de março de 1939. Ao longo de sua carreira, fez 11 longas e seis curtas, tendo a luta pela liberdade como tema recorrente. Liderou o movimento do Cinema Novo que buscava quebrar radicalmente com o estilo cinematográfico americano. A idéia era ter um cinema com mais realidade, mais conteúdo e menor custo. Com obras como Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), Terra em Transe (1967) e O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro (1969) fez duras críticas sociais sobre a realidade brasileira.

No Festival de Cannes recebeu o Prêmio da Crítica (FIPRESCI) por Terra em Transe, de Melhor Diretor por O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro e de Melhor curta-metragem por Di Glauber.

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