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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

NELSON PEREIRA DOS SANTOS - Brasil


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Nelson Pereira dos Santos: resistência e esperança de um cinema – página com grande entrevista e fotos dos filmes


FILMOGRAFIA:

Longa-metragens

2006 - Brasília 18%
1998 - Guerra e Liberdade - Castro Alves em São Paulo
1995 - Cinema de Lágrimas
1994 - A Terceira Margem do Rio
1987 - Jubiabá
1984 - Memórias do Cárcere
1980 - Na Estrada da Vida com Milionário & José Rico
1977 - Tenda dos Milagres
1974 - O amuleto de Ogum
1972 - Quem é Beta?
1971 - Como Era Gostoso o Meu Francês
1970 - Azyllo Muito Louco
1968 - Fome de Amor
1967 - El Justicero
1963 - Vidas Secas
1962 - Boca de Ouro
1961 - Mandacaru Vermelho
1957 - Rio, Zona Norte
1955 - Rio, 40 Graus

Documentários, curta-metragens e series TV

2009 - Português, a Língua do Brasil (documentário)
2004 - Raízes do Brasil (documentário)
2001 - Meu Cumpadre Zé Keti (curta-metragem)
2000 - Casa Grande & Senzala (série documental para TV)
1982 - Missa do Galo (curta-metragem)
1949 - Juventude (curta-metragem)


Eleito para a Academia Brasileira de Letras em 2006, ocupando a cadeira 7, cujo patrono é Castro Alves, é o primeiro cineasta brasileiro a se tornar imortal.

Recebeu o Troféu Candango, Festival de Brasília, por Tenda dos Milagres (Melhor Diretor e Melhor filme); em Cannes, recebeu o Prêmio OCIC, por Vidas Secas e o Prêmio FIPRESCI por Memórias do Cárcere; recebeu o Kikito, Festival de Gramado, por O Amuleto de Ogum; o Gran Coral, Festival de Havana, por Memórias do Cárcere e o Prêmio APCA de melhor filme também por Memórias do Cárcere.


FRANÇOIS TRUFFAUT disse certa vez que toda a obra de um cineasta está contida no primeiro carretel de seu primeiro filme. Talvez essa afirmação seja válida somente para aqueles realizadores que apresentam grande coerência no interior de suas obras. Esse é o caso de Nelson Pereira dos Santos.

No primeiro carretel de Rio, 40 graus, podemos identificar uma característica que estaria presente durante toda sua trajetória como artista: o amor pelo Brasil. No entanto, a nação que Nelson Pereira dos Santos decidiu levar para as telas não é aquela dos cartões-postais, com belas praias ensolaradas. O Brasil que o diretor se propôs a retratar em seus filmes era grande demais para caber em versões oficiais, pois era o país dos favelados, dos flagelados pela seca, dos artistas do povo, do universo mágico popular, dos intelectuais em crise ou atuantes diante dos regimes ditatoriais.


"Quando fiz Vidas Secas ainda não existia Cinema Novo. Acho que a literatura brasileira, principalmente aquela feita pelos modernistas e escritores do Nordeste, seduziu muito os cineastas. O cinema, como elemento da modernização, obrigava-se a ser tematicamente moderno – ao contrário do caso da Vera Cruz, que tinha equipamentos muito modernos, mas os filmes eram tematicamente muito acadêmicos, contando historinhas parecidas com as de Hollywood. Até mesmo O cangaceiro, que fez muito sucesso, é um western americano filmado com roupa de cangaceiro – e rodado em São Paulo! Lembro-me que em 1952, quando cheguei ao Rio de Janeiro, havia muitos projetos de filmar Jorge Amado. Lembro-me do Moacyr Fenelon (o homenageei em Rio, 40 graus batizando a equipe do filme com seu nome) que dizia querer fazer um cinema de pés no chão ... " - Nelson Pereira dos Santos

5 comentários:

  1. Excelente blog, adorei o layout escolhido. Quanto ao texto, não conheço muita coisa, só assisti Vidas Secas e
    Raízes do Brasil.

    Abraço, e se puder veja meu filocinética!

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  2. Olá, o "antigo" Viagem Maldita está com problemas, então fizemos um novo, Viagem Maldita 2 e lhe adicionamos como parceiro nesse blog também.

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  3. Ok, então avisa ele. abraço! Estarei linkando teu blog também.

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  4. Para efeito de conhecimento, a regra básica do Selo é que haja uma publicação falando do recebimento, e a exibição do Selo na página. Seguem os premiados:

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